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História Militar

Colecção: História Militar
Autor: Luís Costa e Sousa
ISBN: 9789728799090
NºPags: 388
Acabamento: Brochada
Formato: 18x27
PVP: 32.31€

Preço c/ Desconto: 29,08€


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A Arte na Guerra


Sinopse

Na teoria e prática militares do século XVI podemos observar a transposição de conceitos de harmonia e beleza oriundos do campo das artes e da arquitectura em particular. De facto, as formaturas militares de Quinhentos são construídas segundo princípios geométricos e aritméticos e em função de variáveis como a topografia do terreno, a natureza do inimigo ou segundo o maior ou menor pendor ofensivo ou defensivo das forças em jogo. Neste conjunto é dado ênfase à formatura dos soldados, em detrimento do papel individual do combatente.

Colecção: História Militar
Autor: João Vieira Borges
ISBN: 9789898219121
NºPags: 152
Acabamento: Capa Dura
Formato: 19,5 x 28
PVP: 27.76€

Preço c/ Desconto: 24,98€


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A Artilharia da Guerra Peninsular


Sinopse

A artilharia de campanha, em Portugal, só a partir da Guerra Peninsular passou a ter uma “existência regular e duradoura no nosso país”, usufruindo das lições aprendidas nos diferentes teatros de operações em que participou. O papel da artilharia foi crescente, desde a Roliça ao Buçaco e a outras intervenções em Espanha e França, onde as unidades de artilharia e os artilheiros portugueses foram alvo de inúmeros encómios. Noutras intervenções em que não foi tão imprescindível, a Artilharia funcionou também ao nível da dissuasão, como nas Linhas de Torres.

Colecção: História Militar
Autor: Alexandre de Sousa Pinto
ISBN: 9789898219015
NºPags: 144
Acabamento:
Formato: 19,5x28
PVP: 27.76€

Preço c/ Desconto: 24,98€


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A Cavalaria na Guerra Peninsular


Sinopse

A actuação da Cavalaria Portuguesa na Guerra Peninsular foi marcada pela falta de cavalos, provocado pelo desmontar dos regimentos de cavalaria, e a sua entrega ao exército de ocupação de Junot, no decurso da Primeira Invasão Francesa. A falta de pessoal, cavalos, armamento e outro material agudizou a situação em que estas invasões tinham deixado o País, ou seja, sem condições para regenerar, no imediato, o aparelho militar, particularmente a cavalaria.

Colecção: História Militar
Autor: Manuel Amaral
ISBN: 978-989-8219-25-1
NºPags: 392
Acabamento: brochado
Formato: 15*23
PVP: 23.00€

Preço c/ Desconto: 20,70€


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A Luta Política em Portugal nos finais do Antigo Regime III A Aplicação da Reforma do Exército de 1803


Sinopse

A vida política nos finais do Antigo Regime foi dominada pela discussão sobre a reforma do Exército, que punha em questão a própria estrutura da Sociedade Portuguesa. A proposta de Reforma de 1803, apresentada no 1.º volume desta obra, desconhecida pela historiografia portuguesa, foi impedida em Julho de 1803 por um pronunciamento militar, os «Motins de Campo de Ourique», dirigido pelos generais D. Pedro de Almeida, marquês de Alorna, e Gomes Freire de Andrade. Em 1804, o príncipe regente D. João pediu aos dois generais que dirigiram o golpe pareceres sobre a reforma proposta. Estes textos foram publicados no 2.º volume desta obra. Durante os vinte anos seguintes, de 1803 a 1823, o projecto de reforma irá sendo progressivamente posto em prática por D. Miguel Pereira Forjaz. Até 1807, enquanto sub-inspector de Infantaria e inspector-geral das Milícias, e a partir de 1808 e até 1820, num primeiro momento, quando da Sublevação Nacional contra a ocupação francesa de Junot e, depois, enquanto membro da Regência, encarregado da Secretaria de Estado da Guerra. De facto, as reformas do Exército português realizadas no decurso da Guerra Peninsular, por vezes apresentadas como sendo realizadas pelo general W. C. Beresford, marechal e comandante-chefe do Exército português, são na realidade produto da actividade de D. Miguel Pereira Forjaz.

Colecção: História Militar
Autor: Manuel Amaral
ISBN: 9789898219169
NºPags: 196
Acabamento: Brochado
Formato: 150 x 230
PVP: 21.20€

Preço c/ Desconto: 19,08€


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A Luta Politica em Portugal nos Finais do Antigo Regime


Sinopse

I – A Proposta de Reforma do Exército de 1803 A vida política nos finais do Antigo Regime foi dominada pela discussão sobre a reforma do Exército, que punha em questão a própria estrutura da Sociedade Portuguesa. A proposta de Reforma do Exército de 1803 é desconhecida pela historiografia portuguesa. Nomeada em Dezembro de 1801, a Comissão Militar que a propôs terminou o projecto na Primavera de 1802, devendo a Reforma ser promulgada em 1803. Assim não aconteceu devido ao primeiro pronunciamento militar português, conhecido pelo nome de «Motins de Campo de Ourique», despuletado em Julho de 1803. A proposta punha em causa o tradicional comando pela nobreza das estruturas militares locais – as Ordenanças e as Milícias - cujos elementos permanentes constituíam, ao tempo, importantes instrumentos administrativos, policiais e judiciais do país, assim como dos comandos superiores do Exército: o Conselho de Guerra e a Junta dos Três Estados. Tinha a oposição activa das grandes Casas aristocráticas que constituíam a aristocracia de Corte, contestada pela nova classe de funcionários régios nascida com D. João V e o Pombalismo, em que se destacavam D. Rodrigo de Sousa Coutinho, D. João de Almeida de Melo e Castro, D. Miguel Pereira Forjaz e Pina Manique, entre outros.

Colecção: História Militar
Autor: Manuel Amaral
ISBN: 9789898219206
NºPags: 480
Acabamento: Brochado
Formato: 15 x 23
PVP: 25.14€

Preço c/ Desconto: 22,63€


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A Luta Politica em Portugal nos Finais do Antigo Regime - Vol II


Sinopse

Crítica à Reforma de 1803 do marquês de Alorna e Gomes Freire de Andrade A vida política portuguesa nos finais do Antigo Regime foi dominada pela discussão sobre a reforma do Exército, que punha em questão a própria estrutura da Sociedade Portuguesa e o papel dominante da aristocracia saída da Guerra da Restauração. A proposta de Reforma do Exército de 1803, apresentada por esta Editora no 1.º volume, foi impedida pelos Motins de Campo de Ourique, no Verão de 1803. A pedido do Príncipe Regente D. João em 1804, os generais golpistas, D. Pedro de Almeida Portugal, 3.º marquês de Alorna, e Gomes Freire de Andrade apresentaram as suas críticas nos textos que aqui publicamos: a Censura de 1804, texto inédito, acompanhado de um texto anterior de 1799 – Reflexões sobre o Sistema Económico do Exército – do primeiro e o célebre Ensaio sobre o método de organizar em Portugal o Exército, de 1806, do segundo. Apresentando uma visão tradicional da estrutura social, os textos defendem a manutenção da Antiga Constituição Militar portuguesa criada com a Guerra da Restauração, e que, segundo o marquês de Alorna, tinha origem no Regimento da Guerra de D. Afonso V e no Regimento das Ordenanças de D. Sebastião. Estes textos abrem novas perspectivas de análise social da época, mas sobretudo dos objectivos políticos e ideológicos dos dois generais, membros do partido aristocrático português, normalmente designado por partido «francês», com ligações aos partidos congéneres «whig» inglês e «aragonês» de Espanha

Colecção: História Militar
Autor: Francisco de La Fuente
ISBN: 978-989-8219-23-7
NºPags: 360
Acabamento: brochado
Formato: 17*24
PVP: 23.50€

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D Miguel Pereira Forjaz O organizador da luta contra Napoleão


Sinopse

D. Miguel Pereira Forjaz, foi certamente o Português com a maior responsabilidade na organização da defesa da nossa independência durante a Guerra Peninsular, como general e membro do Conselho de Regência (1808-1820), como Secretário para os assuntos da Guerra e Negócios Estrangeiros, durante a ausência da corte no Brasil. Beresford, marechal de exército português, durante a Guerra reportava a D. Miguel. Em conjunto geriram a reorganização das forças armadas em Portugal após a revolta patriótica anti-napoleónica de 1808. Era também com D. Miguel que Wellington tratava dos problemas políticos e administrativos do exército Anglo-Português. Forjaz participou como oficial de estado-maior na campanha do Rossilhão e na Guerra de 1801. Secretariou depois a elaboração e discussão das diversas medidas que foram propostas ao príncipe-regente Dom João para reformar e modernizar o Exército e para a reestruturação político-militar do País. Estas propostas de reorganização do Exército, no seu essencial viriam a ser implementadas mais tarde por si a partir de 1806, 1808 e 1809, em acordo com o marechal Beresford que as aplicará na prática, embora por vezes se atribua erradamente ao chefe militar inglês a autoria das reformas do exército. Tendo inicialmente estado ligado por laços familiares e profissionais ao designado “partido francês”, D. Miguel Pereira Forjaz acabou por ser o organizador institucional da aliança militar Anglo-Portuguesa que outrora atacara. Forjaz sabia que o País não conseguiria ganhar a guerra contra Napoleão sem uma importante ajuda militar Britânica. Essa ajuda era no entanto sujeita a constantes renegociações com Londres. A salvaguarda dessa aliança e dos limites do esforço possível será o seu combate diplomático quotidiano, em constante confronto com os seus colegas da Regência, com o governo no Brasil, com o embaixador português em Londres e com os britânicos em Lisboa. Infatigável e pragmático, Forjaz acabará por conseguir o objectivo para que tinha sido mandatado pelo Príncipe-Regente: a defesa da independência de Portugal contra as ambições de Napoleão.

Colecção: História Militar
Autor: FRANCISCO DE LA FUENTE
ISBN: 978-989-8219-29-9
NºPags: 300
Acabamento: soft cover
Formato: 170*240
PVP: 23.50€

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DOM MIGUEL PEREIRA FORJAZ - His early carrer and Role in the Mobilization of the Portuguese Army and Defense of Portugal during the Peninsular War, 1807-1814


Sinopse

The Count of Feira, Dom Miguel Pereira Forjaz, was undoubtedly the Portuguese with the greatest responsibility for organizing the defence of our independence during the Peninsular War, acting in his function of general and member of the Regency Council (1808-1820), and as Secretary for War and Foreign Affairs in the absence of the court in Brazil. Beresford, marshal of the Portuguese army, reported to Dom Miguel during the war. Together they managed the reorganization of the armed forces in Portugal following the patriotic, anti-Napoleonic revolt of 1808. It was also with Dom Miguel that Wellington tackled the political and administrative problems of the Anglo-Portuguese army. Having originally been linked through family and professional ties to the so-called “French party”, Dom Miguel Pereira Forjaz eventually became the institutional organizer of the Anglo-Portuguese military alliance that he had once attacked. Forjaz knew that the country would not win the war against Napoleon without an important British military aid. This aid was meanwhile subject to constant renegotiation in London. The safeguarding of the alliance and the limits of possible effort were his daily diplomatic combat, as he found himself in constant confrontation with his Regency colleagues, with the government of Brazil, with the Portuguese ambassador in London and with the British representatives in Lisbon. Indefatigable and pragmatic by nature, Forjaz managed to attain the objective to which he had been mandated by the Prince-Regent: the defence of the independence of Portugal against the ambitions of Napoleon. Francisco de la Fuente was born in Havana, Cuba, and emigrated to the United States. He studied at Florida State University where he completed his doctorate under the direction of Prof. Donald D. Howard. The Calouste Gulbenkian Foundation awarded him two grants to research Dom Miguel Pereira Forjaz and his contribution to the defence of Portugal during the Peninsular War. He has participated in innumerable international conferences such as the Consortium on Revolutionary Europe and he has presented lectures on various aspects of Portugal’s participation in the Peninsular War. He presently resides in Tallahassee, Florida.

Colecção: História Militar
Autor: 19 Comunicações ao Congresso realizado em 28 de Outubro de 2002 no Instituto de Defesa Militar
ISBN: 9789728799335
NºPags:
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PVP: 21.20€

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Guerra Peninsular


Sinopse

A Guerra Peninsular que opôs a França a Portugal, à Espanha e à Grã-Bretanha entre 1807 e 1814, teve um importante impacto na Europa, contribuio para a queda do Império de Napoleão, herdeiro da Revolução Francesa, e para o fim da tentativa de unificação da Europa sob domínio francês. Este conflito mobilizou forças militares nacionais em números nunca antes, nem depois, reunidos e teve custos materiais e humanos arrasadores. Politicamente, provocou também o princípio das das sociedades democráticas constitucionais na Península Ibérica e a emancipação das colónias ibéricas na América Latina.

Colecção: História Militar
Autor: Pedro Marquês de Sousa
ISBN: 9789728799953
NºPags: 168
Acabamento: Capa Dura
Formato: 19,5 x 28
PVP: 26.26€

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História da Música Militar Portuguesa


Sinopse

Obra pioneira sobre a História da Música Militar Portuguesa, o presente estudo aborda a função da música na instituição militar, dese o seu carácter estritamente prático à dimensão artística, bem como a evolução da organização e do instrumental dos agrupamentos musicais das forças militares e de segurança.

Colecção: História Militar
Autor: Gabriel Espirito Santo
ISBN: 9789898219220
NºPags: 80
Acabamento: Brochado
Formato: 185 x 250
PVP: 14.95€

Preço c/ Desconto: 13,46€


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O Combate do Côa


Sinopse

Quando o marechal Massena, em Julho de 1810, começou a sua invasão de Portugal, encontrou logo pela frente uma formação do exército Anglo-Português de Wellington disposta num esporão de terreno que da fortaleza de Almeida se prolonga para sudeste até às proximidades da aldeia de Junça, com o rio Côa na sua retaguarda. Essa formação apresentava uma inovação táctica para a época, pois era uma divisão inteiramente composta de unidades de infantaria e cavalaria ligeiras, explorando a sua grande mobilidade no terreno, dotada de armas de tiro preciso e de longo alcance (carabinas de cano estriado ou rifles), em que a constante descentralização de comando e acção confiava na capacidade de iniciativa e combate individual de sub-unidades treinadas nesse sentido. Era composta por batalhões dos Regimento 48.º e 51.º de infantaria ligeira e o 95º Rifles britânicos, Caçadores 1 e 3 portugueses, sendo a cavalaria ligeira representada pelos 1.º de Hussardos da King’s German Legion, alemão, e os 14.º e 16.º Regimentos de Dragões Ligeiros britânicos incluindo uma bateria de cavalaria volante ou a cavalo (Royal Horse Artillery) britânica. Comandada pelo lendário general Robert Craufurd, esta divisão virá a travar o primeiro combate de resistência aliada aos franceses em acções de grande mobilidade táctica na Guerra Peninsular. O Autor explica-nos com grande erudição as condicionantes do combate terrestre na Guerra Peninsular, as práticas de apoio logístico sui-generis, a composição dos exércitos em presença, o factor tempo e as doutrinas desenvolvidas por Wellington, concluindo com uma avaliação das estratégias históricas usadas e do desempenho táctico.

Colecção: História Militar
Autor: João Centeno
ISBN: 9789898219305
NºPags: 365
Acabamento: brochado
Formato: 170*240
PVP: 23.00€

Preço c/ Desconto: 20,70€


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O Exército Aliado Anglo-Português, 1808-1814


Sinopse

Os exércitos aliados, português e britânico, que participaram na designada Guerra Peninsular, entre 1809 e 1814, eram autónomos mas interdependentes, atingindo um nível de proficiência e trabalho em conjunto absolutamente ímpar até então. A unidade de comando, potenciada pela interoperabilidade ao nível de língua e terminologia militar, foi conseguida, por um lado, através da presença de oficiais portugueses no Quartel-General de Wellington e no Corpo de Guias do Exército Aliado, e, por outro, pela presença de oficiais britânicos no quartel-general de Beresford e nos diversos escalões tácticos do Exercito Português, Brigada e Regimento. Esta aliança conseguiu resultados impossíveis de obter de forma independente, satisfazendo os interesses de ambas as nações. A Grã-Bretanha, embora com um exército bem equipado e com experiência recente de combate, não tinha dimensão humana para levar de vencida, isoladamente, os exércitos franceses na Península. Portugal não possuía recursos, materiais e financeiros, nem exército com quadros, organização, armamento e equipamento, para vencer sozinho as invasões a que era sujeito. A excepcionalidade deste exército foi ter implementado a capacidade de comando unificado, a coordenação das forças em campanha e articulação das forças para combate, independentemente da sua nacionalidade; a utilização de equipamentos semelhantes; o apoio logístico coordenado; a utilização de tácticas e procedimentos idênticos e, por fim o apoio político constante dos governos das duas nações e das populações locais. Tudo isto mantendo-se o Exército Aliado no respeito de instituições nacionais, política, religiosa e culturalmente diferentes. Nascido em Lagos, João Torres Centeno é licenciado em Direito, trabalhando como advogado nessa mesma cidade. Tem conjugado a sua actividade de advogado com a investigação na área de História militar. Sendo colaborador da página na Internet «The Napoleon Series» dedicada à época conhecida por época Napoleónica. É autor do blog http://lagosmilitar.blogspot.com /; Publicou o livro O Exército Português na Guerra Peninsular. Vol. 1. Do Rossilhão ao fim da Segunda Invasão Francesa.

Colecção: História Militar
Autor: Adelino de Matos Coelho
ISBN: 9789898219190
NºPags: 376
Acabamento: Capa Dura
Formato: 20 x 29
PVP: 29.28€

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O Exército Português e as Comemorações dos 200 Anos da Guerra Peninsular - Vol II


Sinopse

A Guerra Peninsular, pela sua amplitude política, militar e social, permanece como um marco histórico que a memória não apaga. Portugal, por razões geopolíticas, não pôde ficar imune a uma conjuntura que levou a guerra ao seu território. Efectivamente, a posição geográfica, a dicotomia ideológica e a ausência de um aparelho militar coerente com a postura inicial de não neutralidade, favoreceu a presença da guerra no nosso País. Fundamentado na relevância destes factos e na convicção de que a forma como o País ultrapassou este período decisivo e delicado, foi obra de um povo patriota, consciente e determinado, que fez sobressair o seu instinto de sobrevivência, o seu orgulho e a sua identidade, como o fez noutras ocasiões, tantas quanto necessárias, sempre que esteve em jogo a independência e a soberania de Portugal, o Exército decidiu comemorar os 200 anos da Guerra Peninsular, levando a efeito diversas iniciativas e participando em programas de âmbito regional, nacional e até internacional. Em boa hora o fez, pois este projecto permitiu constatar, com grande entusiasmo, o surgimento de um sentido apreço pela nossa História, de orgulho nacional e saudável patriotismo, e sentir de perto o apoio e o reconhecimento das autoridades locais e da população em geral, pelo trabalho que neste âmbito tem sido desenvolvido pelo Exército, em especial nas datas e nos locais em que a luta contra o invasor mais se evidenciou. Índice da obra -Texto de apresentação do Chefe do Estado-Maior do Exército -Texto do Presidente da Comissão do Exército para as Comemorações dos 200 Anos da Guerra Peninsular -Comissão Coordenadora do Exército para as Comemorações dos 200 anos da Guerra Peninsular -Cronologia geral da Invasão Francesa de 1809, por Tenente-general António José Maia de Mascarenhas -Oficiais portugueses na luta contra o invasor de 1809, por Tenente-coronel Carlos Alberto Borges da Fonseca -A Propaganda Francesa em Portugal durante a Guerra Peninsular, por Prof. Doutor António Pires Ventura -A Invasão da cidade do Porto, em 1809, por Prof. Doutor Jorge Martins Ribeiro -Nicolau Trant: O Governo de Armas do Porto e os Regimentos de Milícias do Norte, por Dr. Pedro de Brito -Chaves na rota da Invasão de Soult e a Reconquista da Praça, por Tenente-coronel Abílio Pires Lousada -O Exército de Beresford, por Prof. Doutor Fernando Pereira Marques -Reflexos estratégicos do episódio da ponte de Amarante, por Tenente-coronel Fausto Vale do Couto -A campanha ao sul do Douro (1809, por Major-general Adelino de Matos Coelho -O Malogro da Invasão e a Retirada de Soult, por Major António José Fernandes de Oliveira -O Arsenal Real do Exército do Porto, 1802-1812, por Dr. Sérgio Alexandre Soldá da Silva Veludo Coelho -Eventos organizados pelo Exército ou em parceria com entidades civis nas comemorações dos 200 anos da Guerra Peninsular. Segunda Invasão (2009)

Colecção: História Militar
Autor: Adelino de Matos Coelho
ISBN: 9789898219152
NºPags: 346
Acabamento: Capa Dura
Formato:
PVP: 29.28€

Preço c/ Desconto: 26,35€


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O Exercito Português na Guerra Peninsular


Sinopse

A Guerra Peninsular, pela sua amplitude política, militar e social, permanece como um marco histórico que a memória não apaga. Portugal, por razões geopolíticas, não pôde ficar imune a uma conjuntura que levou a guerra ao seu território. Efectivamente, a posição geográfica, a dicotomia ideológica e a ausência de um aparelho militar coerente com a postura inicial de não neutralidade, favoreceu a presença da guerra no nosso País. Fundamentado na relevância destes factos e na convicção de que a forma como o País ultrapassou este período decisivo e delicado, foi obra de um povo patriota, consciente e determinado, que fez sobressair o seu instinto de sobrevivência, o seu orgulho e a sua identidade, como o fez noutras ocasiões, tantas quanto necessárias, sempre que esteve em jogo a independência e a soberania de Portugal, o Exército decidiu comemorar os 200 anos da Guerra Peninsular, levando a efeito diversas iniciativas e participando em programas de âmbito regional, nacional e até internacional.

Colecção: História Militar
Autor: Eduardo Silvestre dos Santos
ISBN: 978-989-8219-24-4
NºPags: 184
Acabamento: brochado
Formato:
PVP: 16.00€

Preço c/ Desconto: 14,40€


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O Poder Aéreo Sua evolução e influência na estratégia


Sinopse

Esta obra defende que o Poder Aéreo provocou uma revolução na forma de conduzir a guerra, acrescentando uma dimensão dramática aos teatros de operação nos conflitos actuais e à velocidade do factor tempo. O livro atravessa os últimos 100 anos, dos irmãos Wright e Santos Dumont à actualidade, analisando a sua evolução e a influência crescente que foi adquirindo nas tomadas de decisão estratégicas, estudando os “profetas” iniciais e os teóricos contemporâneos, e debruçando-se sobre a forma como influenciou os principais conflitos armados dos últimos 100 anos. Tornou-se decisivo no desfecho dos conflitos e constitui um poderoso instrumento político ao dispor dos decisores estratégicos. O Poder Aéreo atingiu já a sua maturidade, merecendo ser conhecido e estudado com maior profundidade, proporcionalmente à importância que hoje detém. Esta obra é prefaciada pelo general Luís Araújo, Chefe do Estado Maior da Força Aérea.

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