Como chegámos a isto? O mundo parecia ir bem; a liberdade política e a iniciativa individual davam mostras de poder chegar aos lugares mais recônditos; a pobreza começava a regredir na Ásia e na América Latina; o crescimento económico do mundo era o mais rápido registado na História. Enfim, tudo levava a crer que esse ritmo poderia continuar durante décadas graças a um forte surto demográfico, uma poupança abundante, progressos técnicos extraordinários que além do mais permitiam reorientar esse crescimento no sentido de um desenvolvimento mais duradouro.
Colecção: Economia e Sociedade Autor:António Alves Caetano ISBN: 9789728799793 NºPags: 200 Acabamento: Brochado Formato: 15 x 23 PVP: 22.22€
No Bicentenário das Invasões Francesas e da transferência da Capital e Corte para o Brasil, para bem compreender as decisões políticas e as contingências históricas da época, é fundamental conhecer os parâmetros económicos que suportavam as sociedades europeia e colonial Portuguesas. São reunidos nesta obra cinco ensaios cujo elo de ligação é a situação das economia e finanças portuguesas nas duas primeiras décadas de oitocentos, mais precisamente, na época em que Napoleão Bonaparte pôs o mundo em alvoroço
Colecção: Economia e Sociedade Autor:António Calado Lopes ISBN: 9789728799458 NºPags: 292 Acabamento: Brochado Formato: 15 x 23 PVP: 19.08€
Verdadeiro Manual de consulta, este livro ocupa-se do funcionamento económico da União Europeia, de uma forma sistematizada e ordenada, permitindo uma leitura mais correcta e transparente daquilo que alguns designam, com ligeireza, pelo “modelo económico e social europeu”. Este livro tenta também esclarecer em que medida o Texto Constitucional proposto veio ao encontro das necessidades de modernização da economia europeia, quais os caminhos implicitamente recomendados e que margens da manobra foram deixadas livres aos Governos e a Conselho de Ministros.
Colecção: Economia e Sociedade Autor:Varios ISBN: 9789728799670 NºPags: 272 Acabamento: Brochado Formato: 17 x 24 PVP: 20.14€
A resolução governamental de localizar na Ota um Novo Aeroporto de Lisboa desencadeou "o processo democrático menos transparente em Portugal no pós-25 de Abril". A decisão de avançar com a Ota, tomada em 6 de Julho de 2005, e a sua apresentação pública, despertou o que nunca antes se vira em 30 anos de Democracia: uma discussão generalizada e transversal sobre a relação entre os custos e os benefícios dessa infra-estrutura e as suas implicações para o futuro do país. Estes debates trouxeram uma nova atenção ao território nacional e um interesse pelo seu ordenamento e defesa.
Colecção: Economia e Sociedade Autor:João Garcia Pulido; Pedro Fonseca ISBN: 9789728799250 NºPags: 408 Acabamento: Brochado Formato: 15 x 23 PVP: 21.20€
Em Portugal, o surgimento de algumas publicações relacionadas com questões petrolíferas não ilude a escassez de publicações de carácter mais profissional, de autores nacionais ou traduções, em contraste com a situação vivida na literatura anglo-saxónica. Vem colmatar esta lacuna a obra “Portugal e o Petróleo”, dividida em três partes, a primeira sobre o funcionamento da indústria desde a extracção, refinação, transporte, venda e negócio financeiro, a segunda sobre a geopolítica do petróleo e a terceira sobre a participação da economia portuguesa nesta indústria.
Colecção: Economia e Sociedade Autor:François Martineau ISBN: 9789728799526 NºPags: 280 Acabamento: Brochado Formato: 15 x 23 PVP: 18.68€
Esta obra constitui um guia essencial para juristas e advogados, equacionando as regras de exposição, clareza e persuasão tanto utilizáveis na oralidade como na expressão escrita. A obra assenta conceptualmente no inegável contributo dos clássicos que em cada momento do desenvolvimento da argumentação vão sendo citados quer quanto aos princípios lógicos do desenvolvimento do raciocínio argumentativo, quer quanto a casos concretos das suas intervenções em defesas, em discursos, em lições. Aristóteles, Cícero e Quintiliano marcaram o rumo da estrutura argumentativa ligando o conceito à oralidade e atribuindo ao raciocínio e à semântica um rigor lógico-matemático, que maleavelmente leva o auditório ao convencimento da justeza das conclusões formuladas no final do processo argumentativo.